Jogos corporativos: aliados do RH

Desde o início dos anos 2000, as atividades de team building vêm se tornando cada vez mais utilizadas no Brasil. Para entender a evolução dessas práticas e a importância delas para as estratégias de recursos humanos (RH), conversamos com Luis Zanin, head da Conquistar, empresa membro do Grupo Integração. Nesta entrevista, ele explica como os jogos corporativos se tornaram importantes aliados do RH.

Zanin, conte-nos o que mudou nos jogos corporativos nas últimas duas décadas. 

Para fazer um breve histórico, vamos voltar um pouquinho mais no tempo. As atividades de team building existem desde os anos 1980, quando surgiram na Europa. No Brasil, essas práticas começaram a ser utilizadas nos anos 1990, basicamente como atividades ao ar livre. A partir daí, houve uma evolução dessas dinâmicas, que passaram a incorporar recursos das novas tecnologias, como realidade virtual, realidade aumentada, celulares e tablets. Mas a evolução da qual estou falando não ocorreu somente com o uso de tecnologia. As dinâmicas do passado tinham muito foco no RH e pouco no participante. Ou seja, o RH aplicava uma dinâmica para testar o comportamento dos colaboradores em determinadas situações. Os colaboradores, no entanto, não conseguiam entender muito bem por que a atividade estava sendo feita. 

Como se dá essa mudança de foco?

As dinâmicas da maneira que eram realizadas no passado deixaram de fazer sentido, inclusive para a equipe de RH. No entanto, quando se muda o contexto em que elas são executadas ou, ainda, se acrescentam outros ingredientes, como storytelling, elas ganham potencial para ser utilizadas em diversas finalidades de treinamento, em vez de apenas visar o lado comportamental. Isto é, os jogos e as atividades de team building incorporaram conteúdos mais técnicos ou relacionados a produtos. E foi aí que esses jogos corporativos passaram a ser vistos como aliados do RH.

Atualmente são usados, por exemplo, em convenções de venda para trabalhar técnicas de negociação ou para apresentar características de um novo produto. Ou seja, todas as modalidades evoluíram nos últimos anos, mais do que isso, podem ser utilizadas em conjunto, gerando novos significados e abrindo possibilidades de treinamento e transmissão de conteúdo. Essa é uma excelente estratégia para fazer com que as pessoas guardem informações sobre um lançamento de forma mais lúdica. Os jogos também têm sido utilizados para o recrutamento de profissionais, em todo o processo de seleção. Já imaginou chegar a uma entrevista de seleção e ela mesma já ser parte de um jogo? A Heineken tem um exemplo interessante disso (veja o vídeo aqui). Dessa maneira, o processo de recrutamento torna-se mais interativo e lúdico. 

A duração de um jogo não precisa estar restrita a um determinado momento, isso é correto?

Sim, exatamente. As trilhas de aprendizado, por exemplo, uma metodologia bastante utilizada pelo RH, podem ser transformadas num processo de gamificação. Elas já possuem o pressuposto da recompensa. O colaborador só passa para outro nível de conteúdo se conseguir finalizar o anterior. O RH pode tornar esse avanço na trilha mais divertido, oferecendo bônus para quem conseguir desbloquear os conteúdos. Não precisa ser um bônus financeiro. O participante pode receber cursos exclusivos como recompensa, por exemplo. 

As atividades de team building podem ser tanto competitivas quanto colaborativas?

Sim, o jogo não deixa de ser um reflexo da realidade. A vida não é só competitiva, ela é também colaborativa. Há competição nas empresas, áreas competem com outras áreas por recursos ou por atenção, pessoas competem por promoção. O importante é enfatizar que o objetivo geral será alcançado nessa relação entre competição e colaboração, ou seja, nas empresas, é necessário haver colaboração antes da competição para que elas sobrevivam. Nos jogos corporativos acontece o mesmo. E esse é um dos motivos pelos quais os jogos corporativos se tornaram aliados do RH.

Conte-nos sobre alguns dos jogos da Conquistar. 

Primeiramente, vou falar sobre o Beat the Box. Esse foi o jogo mais utilizado no ano passado. Ele enfoca bastante esse conceito de competição, mas há a necessidade de compartilhar informações entre as equipes. Se não houver, o jogo fica limitado. Não adianta um participante querer vencer se ele não compartilhar informação. O Beat the Box é um jogo que pode ser customizado de forma a deixar os desafios bastante relacionados com a realidade e os objetivos da empresa. 

Outro jogo bem interessante é o Fórmula 1. Nessa atividade, os participantes têm a missão de construir um carro de papelão, que é bem grande, quase do tamanho natural, e vai rodar depois. Há uma corrida entre os carros montados e as pessoas se empolgam muito com a atividade. Ela foca em gestão de projeto, trabalho em equipe e ainda permite fazer analogias como, por exemplo, com patrocínios. Os participantes podem ser induzidos a pensar no portfólio de produtos da empresa e como hierarquizá-los para serem priorizados no decorrer do ano. Ou seja, é um jogo que não fica só no aspecto comportamental. 

Os jogos que citei fazem parte do catálogo da Catalyst, a maior rede de jogos corporativos do mundo, da qual a Conquistar faz parte. Nós representamos exclusivamente a Catalyst no país, mas também criamos jogos. Em 2019, lançamos o Bot Creators, um jogo pensado e elaborado pela Conquistar. A ideia dele é construir um robô com recursos simples, partindo da premissa de que a inovação pode ser gerada com baixo custo. Outro aspecto interessante é que o Bot Creators está relacionado à ideia de métodos ágeis, ou seja, a criação precisa ser sempre aprimorada.  

Quer mais informações sobre esses e outros jogos? Visite o site da Conquistar e veja todos os jogos do catálogo. Fale com nossa Equipe de Relacionamento pelo telefone (11) 3046-7878 ou e-mail [email protected] e solicite uma proposta customizada para sua empresa. 

Jogo para treinamento comercial rende prêmio mundial para a Conquistar

Uma grande empresa de telefonia brasileira queria implementar, para o Natal de 2017, suas estratégias comerciais para incrementar as vendas. Para isso, era necessário treinar vendedores de todo o país. A companhia escolhida para encarar esse desafio foi a Conquistar, empresa do Grupo Integração, que aplicou o jogo Go Team para cerca de 6 mil colaboradores, divididos em 35 turmas espalhadas por várias capitais do Brasil.

Por esse projeto, a Conquistar recebeu da Catalyst, em agosto deste ano, o importante prêmio de maior venda individual em um único projeto. A Catalyst é uma rede de jogos corporativos que tem representantes em mais de 50 países. A premiação da Conquistar aconteceu no México, durante a convenção da Catalyst em que participaram todas as empresas do continente americano que integram a rede. “Receber esse prêmio foi muito significativo para nós. A implementação desse projeto foi muito intensa, porque era um número enorme de colaboradores e tínhamos um período curto de tempo para alcançar todos eles. Toda a equipe da Conquistar ficou à disposição para atender esse cliente durante 40 dias. Houve momentos em que tínhamos quatro grupos de treinamento em atividade, um em cada canto do país”, explica Luis Zanin, head da Conquistar.

A customização do Go Team 

Os treinamentos se deram em 16 capitais — Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória. “O objetivo da empresa era oferecer às suas equipes comerciais uma ferramenta capaz de estimulá-los a bater as metas de venda daquele fim de ano”, explica Daniela Serban, executiva da área comercial da Integração, responsável pela negociação com o cliente. “O Go Team foi totalmente customizado para a estratégia do cliente e de acordo com o perfil dos colaboradores”, afirma Daniela.

Na foto, da esquerda para direita: Kadu Carvalho, coordenador de Eventos da Conquistar, Daniela Serban, executiva da área comercial da Integração, e Luis Zanin, head da Conquistar.

O Go Team faz parte do catálogo da Catalyst e é aplicado no Brasil exclusivamente pela Conquistar. Mais do que um jogo, o GoTeam é um aplicativo que os participantes baixam no celular ou em tablets disponibilizados pela Conquistar. Os grupos de participantes recebem desafios, que vão sendo liberados por meio de GPS em ambientes externos ou QR code em locais fechados. Ele é constituído de várias etapas que levam à descoberta de um mistério final. 

A ferramenta ainda permite atualizações e o compartilhamento de comentários e pontuações em tempo real, além do recebimento e envio de conteúdo multimídia. “Toda a narrativa pode ser customizada, e o jogo pode ser utilizado para uma atividade competitiva ou colaborativa, de acordo com o objetivo do treinamento”, afirma Luis. “As atividades do Go Team são aplicadas a qualquer número de participantes. Também é possível organizar o jogo para durar uma hora, uma tarde ou até mesmo uma semana inteira, com pistas sendo disponibilizadas em determinados horários de cada dia”, complementa. O grande diferencial do jogo que ajudou a fechar esse projeto é a emissão de diversos relatórios sobre o desempenho das equipes, munindo as organizações de informações que subsidiarão as ações posteriores. 

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Bot Creators: jogo desenvolvido pela Conquistar trabalha resolução de problemas, criatividade e inovação

Por Luis Zanin, head da Conquistar

Lembra quando sonhávamos com o futuro em que teríamos robôs? Eles estavam presentes nos filmes de ficção científica, e tudo o que queríamos era tê-los ao nosso redor para tornar o dia a dia mais fácil. Parece clichê, mas a verdade é que o futuro já chegou, inclusive para a robótica. 

Claro que não há robôs que caminham ao nosso lado e conversam conosco como no cinema, mas eles estão presentes em diversas situações do cotidiano, como no atendimento telefônico ou no chat de várias empresas, na fabricação de carros, nos artefatos que utilizamos para limpar a casa e até mesmo como bicho de estimação. Mais importante do que os robôs em si mesmos, no entanto, foram as mudanças de percepção do ser humano para a construção dessas máquinas. 

Explico melhor: vamos juntar robôs e inteligência artificial. É esta que diferencia os robôs de hoje dos que povoavam as linhas de montagem já na década de 1970. A inteligência artificial pressupõe a aprendizagem e a autonomia para algumas tomadas de decisão, que, por sua vez, vão gerar mais aprendizados. Dessa forma, algo bem sutil, mas importante, é que os robôs e os sistemas de inteligência artificial não saem prontos de fábrica. Na verdade, eles nunca chegam a uma versão final, pois estão em processo contínuo de aprendizagem. 

Essa é uma condição que ocorre em inúmeras situações, não somente na robótica. Não há versão final para muitas coisas, inclusive para nós mesmos, já que nos aprimoramos com o decorrer do tempo para nos adaptar à realidade em que vivemos e até mesmo para transformá-la. 

Foi pensando nesse processo de construção de robôs e inteligência artificial que a Conquistar criou o Bot Creators. Ele é um jogo que foca no contexto da robótica, mas vai além e trabalha conceitos relacionados a métodos ágeis, que são uma alternativa à gestão de projetos. Os métodos ágeis assumem que não há uma versão final para os produtos, pois devem ser sempre atualizados, e, principalmente, focam na importância dos indivíduos e de suas interações, no bom funcionamento desses produtos e na capacidade de resposta deles a mudanças. Isso significa que, ao juntar robótica e métodos ágeis, o Bot Creators leva os participantes a aprender algo novo, a partir da construção de um robô, sabendo que precisarão aprimorá-lo com base nos testes, nas ações das outras equipes e nos recursos disponíveis. 

No Bot Creators, o principal direcionamento para a criação dos robôs é o desafio proposto. Este pode ser colaborativo, com vários robôs atuando em conjunto para mover obstáculos de uma pista de corrida, ou competitivo, em que os robôs duelam entre si em um ringue. Compreender esse desafio é fundamental para que as equipes escolham seus recursos e criem a versão inicial do robô. A seguir, ela deve ser aprimorada na medida em que as equipes aprendem mais sobre o processo de construção e adicionam recursos extras a partir da observação das ações desenvolvidas por outras equipes. Ao final, os robôs são confrontados com seus desafios e passam para o teste final. Mesmo que os resultados não sejam satisfatórios, rodadas adicionais podem ser incluídas para melhoria ou as equipes listam o que implementar nas novas versões. 

Ao unir a construção de um robô, que é uma tarefa lúdica, aos conceitos de métodos ágeis, o Bot Creators faz com que os participantes aprendam e reflitam sobre resolução de problemas, criatividade e inovação.

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Clique e assista a trechos da aplicação do Bot Creators na prática: vídeo 1 e vídeo 2.

Game Day: terceira edição do evento apresentou três novos jogos da Conquistar

Na sexta-feira, dia 31 de maio, a Integração recebeu 90 convidados para a terceira edição do Game Day. Evento gratuito de degustação de jogos da Conquistar, empresa membro do Grupo Integração, o Game Day apresentou aos clientes novos jogos do catálogo. Foram três portais para diferentes experiências de aprendizagem, conteúdo e interação real e virtual. Os convidados foram divididos em grupos e todos participaram das três atividades. “O Game Day é interessante porque é uma oportunidade de trazer os clientes para conhecer um novo produto e de sentir a percepção deles. Os jogos que apresentamos já estão prontos, mas a avaliação dos clientes pode nos levar a aprimorá-los”, explica Luis Zanin, head da Conquistar. 

Conectando o real e o virtual 

Um dos jogos que os participantes puderam vivenciar foi o Infinite Loop. Desenvolvido pela Synergy, representante na Tunísia da Catalyst Team Building – a maior rede de jogos corporativos do mundo, da qual a Conquistar faz parte – , o Infinite Loop pode ser jogado por até oito participantes em cada time. Enquanto uma pessoa do time utiliza os óculos de realidade virtual e descreve o que se passa bem em frente a seus olhos, o restante do grupo dispõe de um manual no qual encontra pistas para ajudar a desvendar o mistério do jogo. A cada desafio resolvido, uma nova pessoa da equipe coloca os óculos e entra no mundo virtual. “O Infinite Loop é uma atividade em que a comunicação deve ser efetiva em tempo real, ocorre feedback contínuo e os participantes observam a capacidade de planejamento, atentam-se à questão da administração do tempo e devem pensar rapidamente em estratégias”, explica Luis. 

 “Achei o Infinite Loop sensacional! Nele, sem as intruções corretas, não é possível abrir as portas e avançar. Fazendo uma analogia com uma equipe de trabalho, se o líder não souber passar as instruções e delegar, não conseguirá ultrapassar as barreiras do dia a dia”, diz Renata de Paula e Freitas, colaboradora da Amil que participou do Game Day. “O fato de ser uma atividade lúdica de realidade virtual também é uma experiência fantástica. Temos uma geração atual que aprende por vivência e o jogo é perfeito para isso”, completou. 

O desafio de montar um robô 

Os convidados do Game Day também puderam conhecer o RobotMakers, jogo criado pela Conquistar. Nessa atividade, cada equipe ganha um kit para montar um robô. “Os kits não são como os que encontramos nas lojas. São mais simples, porém abrem mais possibilidades que um kit pronto”, conta Luis. “A intenção desse jogo é fazer com que as pessoas entendam como juntar as peças, pensando na função que vão desempenhar e no desafio que virá para os robôs que elas vão criar”, observa. O RobotMakers, que pode ser organizado para ser colaborativo ou competitivo, ganha bastante a atenção dos participantes, que veem o resultado de seu esforço realmente funcionando ao final da atividade. 

“O RobotMakers tem tudo a ver com o atual momento, em que falamos da quarta revolução industrial. No jogo, utilizamos elementos de robótica, dinâmica em grupo, comunicação e temos de identificar os talentos para cada etapa da construção e do desafio de encerramento. Gostei bastante”, afirma Fernando Santos, colaborador da Wheaton, convidado do Game Day. 

Planejamento e disciplina para criar uma cidade 

O terceiro jogo do Game Day foi o City Build. Nessa atividade, os participantes são divididos em grupos, mas todos trabalham para um único fim: construir uma cidade. “É preciso partir da definição de um propósito para a cidade que será construída. Os grupos devem também planejar para garantir que a cidade seja harmoniosa e articulada”, conta o head da Conquistar. 

A colaboradora do Banco do Brasil, Natalia Razera, aprovou a atividade do Game Day. “Foi uma experiência ótima porque remete ao nosso dia a dia. No ímpeto de executar uma tarefa, não nos questionamos o que temos exatamente de fazer. O City Build deixa clara a necessidade de percebemos o todo no qual estamos inseridos”, diz. “O Game Day foi minha primeira vivência com jogos corporativos e achei muito interessante. As atividades encaixam exatamente no que estamos procurando para inserir como atividade lúdica na área em que trabalho”, concluiu. 

Veja aqui as fotos do Game Day.

Quer levar um dos jogos da Conquistar para sua empresa? Fale com nossa Equipe de Relacionamento: (11) 3046-7878 ou [email protected]

Colaboradores da Integração participaram de jogo que teve chocolate como recompensa

Na véspera da Páscoa, a equipe de colaboradores da Integração participou de uma atividade que movimentou todos os andares do Polo Itaim, sede da empresa, em São Paulo. Eles foram levados a uma caça aos ovos de chocolate, numa ação organizada pela equipe de Marketing da empresa. Além de divertida, a atividade foi mais uma forma de integrar os diferentes setores. Para isso, a caça dos ovos foi feita com o auxílio do Go Team

Aplicado exclusivamente no Brasil pela Conquistar, empresa membro do Grupo Integração, o Go Team faz parte do catálogo da Catalyst, maior rede de jogos corporativos do mundo. Ele é um aplicativo que os participantes baixam no celular ou utilizam instalados em tablets disponibilizados pela Conquistar. Divididos em duplas ou grupos, os participantes recebem desafios, que podem ser desencadeados por GPS em ambientes externos ou QR codes em locais internos, e que levam a várias etapas até que alguém desvende o mistério final. A ferramenta permite atualizações e o compartilhamento de comentários e pontuações em tempo real, além do recebimento e envio de conteúdo multimídia.

Go Team: para qualquer tipo de cenário 

O Go Team é uma solução que permite grande customização. “Ele pode ser utilizado para ambientes externos ou internos. Por exemplo, podemos levar os participantes a desbravar uma cidade ou uma área rural. Podemos até mesmo colocá-lo em prática num parque de diversões, por exemplo”, explica Luis Zanin, head da Conquistar. “O aplicativo também pode ser utilizado como uma atividade competitiva ou colaborativa, de acordo com a necessidade do cliente”, afirma. Melhorar a comunicação e a relação entre os profissionais, incentivar o pensamento criativo e a busca pela solução de problemas estão entre os benefícios do Go Team, garante Luis. 

Ovos de páscoa como recompensa 

Na Integração, os colaboradores se dividiram em duplas e, no terceiro andar do Polo Itaim, acessaram a primeira pista por meio de um QR Code fixado no andar. A partir daí, foram levados a outras pistas e tarefas espalhadas pelo prédio. Quem não conseguia desvendar alguma pista, tinha de voltar à sala anterior e retomar a rota. 

Ser a primeira dupla a voltar ao ponto de partida, no entanto, não garantia ganhar os ovos de chocolate. Era preciso ainda desvendar um último enigma para abrir o cadeado de uma das seis caixas disponíveis. Em três delas, havia prêmio. Os primeiros a chegar foram os designers Diego e Bruno, mas escolheram abrir a caixa que não tinha recompensa dentro. Quem ganhou os ovos foram as duplas Tati e Rachel (Relacionamento e Comercial), Mara e Gabi (Atendimento) e Camila e Lucy (Relacionamento e Financeiro). 

As atividades do Go Team podem ser aplicadas para qualquer número de participantes. Também é possível organizar o jogo para durar uma hora, uma tarde ou até mesmo uma semana inteira, com pistas sendo disponibilizadas em determinados horários de cada dia. 

Quer levar o Go Team para sua equipe? Entre em contato com a Conquistar pelo telefone (11) 3046-7878 ou [email protected]

Entre em um novo mundo de team building com realidade virtual

Por Jonathan Hazley, General Manager na Team Challenge Company

O team building sempre foi uma parte necessária da criação de um ambiente de trabalho positivo. Incentivar a equipe a trabalhar bem em conjunto para aprender e entender os pontos fortes e fracos de cada um a fim de garantir que todos estejam bem apoiados no local de trabalho, traz muitos benefícios. O team building pode ser utilizado para promover a comunicação, melhorar o gerenciamento do tempo e fortalecer os laços entre os indivíduos enquanto eles competem uns contra os outros ou colaboram para vencer equipes adversárias.

Por que team building?

O desenvolvimento da equipe estimula a participação entre os funcionários e pode ajudar os iniciantes a derrubar as barreiras, proporcionando um ambiente mais descontraído para socializar e criar vínculos.

No entanto, quando você está tentando incentivar um membro relutante da equipe a participar de uma experiência de team building, muitas vezes você vai descobrir que eles estão focados nos aspectos negativos, como descansar de um dia atarefado ou a falta de vontade de estar envolvido em atividades sociais.

Como o team building é um excelente método para melhorar a comunicação entre sua equipe, é uma boa ideia conversar com sua equipe antes de organizar uma reunião. Pergunte sobre uma data ou horário preferido para realizar o evento e discuta se o tempo precisa ser reservado para que as pessoas ponham o trabalho em dia em primeiro lugar.

Como alternativa, se a data e a hora forem ajustadas devido a influências externas, tente envolver sua equipe de outras maneiras. Por exemplo, você pode enviar ideias de eventos ou inspiração para oportunidades de team building e fazer com que as equipes votem no que gostariam de participar.

Uma boa comunicação começa entre a gerência e sua equipe. Uma vez que isso tenha sido estabelecido, você terá mais apoio para organizar um evento de team building com todos a bordo.

Deixe o team building emocionante

Em vez de recorrer a atividades de team building tradicionais, seu evento deve promover entusiasmo. Idealmente, deveria ser algo novo ou diferente – além de oferecer aquele espírito competitivo tão importante!

O team building moderno torna isso possível. Com oportunidades para construir veículos e corridas, incluindo um carro de corrida de F1 e um barco de regata, para ensinar toda a sua equipe a tocar música orquestral em conjunto ou até mesmo para bater o cronômetro e escapar de uma série de situações complicadas, o team building de hoje não tem limites.

O desenvolvimento de equipes deve ser excitante! Quando você menciona o team building para sua equipe, você deve perceber uma alegria retumbante e uma conversa de interesse e antecipação. Se você está tendo um coro de lamentações ou suspiros, talvez seja necessário reformular sua abordagem de team building e, quando possível, envolver toda a força de trabalho. Dessa forma, todos sentem que sua opinião é importante, mesmo que seja apenas um voto rápido e simples para uma atividade.

A tecnologia no team building

O team building de hoje oferece oportunidades para atividades de team building tecnológicas que incorporam dispositivos e engenhocas emocionantes, levando as atividades de desafios puramente físicos ou mentais a incorporarem uma abordagem totalmente digital.

A nossa atividade colaborativa, Red Alert, é um excelente exemplo de gamificação no seu team building com tecnologia. Cada equipe recebe uma caixa contendo seis quebra-cabeças tecnológicos desafiadores que as equipes precisam resolver para impedir que um vírus destrutivo do computador purgue o sistema. Como cada caixa da sala deve ser resolvida para concluir a tarefa, as equipes devem se voltar umas para as outras e colaborar para colocar o vírus em quarentena.

O jogo incentiva o desenvolvimento de habilidades, incluindo pensamento estratégico, gerenciamento de tempo e inovação, no entanto, a equipe rapidamente esquecerá as habilidades que estão lá para aprimorar uma vez que eles mergulhem na diversão desses quebra-cabeças tecnológicos.

O próximo passo do team building

Nós convidamos você a experimentar o futuro do team building – realidade virtual. A atividade de Realidade Virtual oferece a oportunidade para os funcionários entrarem em um novo mundo, um mundo digital, no qual as regras do mundo real não se aplicam mais. Foram desenvolvidos jogos de Realidade Virtual que lhe permitem voar, pintar em 3D, ficar no topo do mundo ou mesmo transportá-lo para o futuro – o potencial é realmente ilimitado.

A Realidade Virtual é o próximo desenvolvimento em team building e sua equipe, sem dúvida, ficará entusiasmada em experimentar nossos eventos mais inusitados.

The Infinite Loop – team building de realidade virtual

O Infinite Loop é o nosso novo evento de Realidade Virtual e é uma maneira fantástica de incentivar as habilidades pessoais e de equipe em diversas áreas, incluindo networking, colaboração, gerenciamento de conflitos, pensamento estratégico, engajamento e gerenciamento de tempo.

Os funcionários são divididos em equipes de hackers “white hat” que foram encarregados de uma missão super-secreta que envolve saltar entre o mundo real e o mundo virtual, a fim de resgatar um homem que se viu preso em realidade virtual.

Os funcionários são divididos em equipes de hackers “white hat” que foram encarregados de uma missão super-secreta que envolve saltar entre o mundo real e o mundo virtual, a fim de resgatar um homem que se viu preso em realidade virtual.

As equipes devem competir entre si e poderão ver seu progresso em comparação com as equipes concorrentes na tela principal.

Como agendar seu próximo evento de team building

Se a sua equipe nunca experimentou a Realidade Virtual antes ou se você quer incentivar algum entusiasmo e expectativa para um dia de team building, este é o evento para reservar!

Enquanto a Realidade Virtual está gradativamente se tornando mais favorável ao consumidor, algumas pessoas se sentem compelidas a preços altos e à necessidade de muitos sistemas de RV terem uma plataforma profissional de acompanhamento. Nosso evento de team building de Realidade Virtual permite que sua equipe use algumas ferramentas tecnológicas fantásticas, ao mesmo tempo em que obtém habilidades valiosas e incentiva o desenvolvimento pessoal tão importante.

Se você estiver interessado em reservar um dia de team building de realidade virtual ou quiser saber mais sobre nossos outros jogos corporativos, entre em contato com a Conquistar pelo telefone (11) 3046-7878 ou pelo e-mail [email protected].

Originalmente publicado no site da Catalyst Team Building, a maior rede de jogos corporativos do mundo da qual a Conquistar, empresa membro do Grupo Integração, faz parte.  
 

Um jogo que conecta o real e o virtual, e trabalha comunicação, planejamento e estratégia

Um adolescente comprou um equipamento de realidade virtual de uma empresa suspeita. Ao testar o aparelho, acabou tragado para o mundo secreto que existia dentro dele. Uma equipe de hackers foi, então, convocada para uma missão especial: resgatar o garoto. Para ajudá-lo a sair, a equipe precisa transitar entre os mundos virtual e real em busca de pistas que possam libertá-lo. Esse é o roteiro do Infinite Loop, mais um jogo exclusivo do catálogo da Conquistar Jogos Corporativos, empresa membro da Integração. 

O Infinite Loop foi desenvolvido pela Synergy, representante na Tunísia da Catalyst Team Building — a maior rede de jogos corporativos do mundo. Lançado em novembro na conferência mundial da Catalyst, em Joanesburgo, na África do Sul, o jogo foi apresentado em primeira mão, aqui no Brasil, pela Conquistar durante o Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD), em Santos, litoral de São Paulo. “O Infinite Loop é mais do que um jogo de realidade virtual. Uma parte da equipe participa da atividade sem os óculos e é essencial ter foco também no que se passa no mundo real”, explica Luis Zanin, head da Conquistar. 

Enquanto uma parte do grupo utiliza os óculos de realidade virtual e descreve o que se passa bem em frente a seus olhos, o restante do time dispõe de um manual no qual encontra pistas para desvendar os códigos que abrem as fechaduras das diferentes portas que prendem o adolescente. 

Quem usa os óculos deve descrever o mundo virtual de maneira precisa. Só assim, os colegas conseguem achar no mundo real as respostas para solucionar o caso. “É um jogo em que a comunicação deve ser efetiva em tempo real, ocorre feedback contínuo e os participantes observam a capacidade de planejamento, atentam-se à questão da administração do tempo e devem pensar rapidamente em estratégias”, explica Luis. 

O Infinite Loop pode ser jogado por até oito participantes em cada time. Ao longo da atividade, eles trocam de lugar e a troca de posição pode significar também uma mudança de cenário. “É interessante observar como as equipes determinam o papel de cada um. O Infinite Loop é uma ótima atividade para trabalhar a atuação em equipe e liderança. Além disso, é muito forte em tomada de decisão e estratégia”, diz o head da Conquistar. 

Saiba mais sobre o Infinite Loop e os demais jogos da Conquistar em nosso site

Nossa Equipe de Relacionamento também está à disposição para tirar suas dúvidas. Entre em contato pelo telefone (11) 3046-7878 e pelo e-mail [email protected].

Aprenda a negociar com o Trade Winds, novo jogo da Conquistar

A Conquistar, empresa membro do Grupo Integração que desenvolve jogos corporativos, adicionou mais uma opção ao seu catálogo: o Trade Winds. Elaborado pela Catalyst Teambuilding — maior rede de jogos corporativos do mundo representada no Brasil exclusivamente pela Conquistar —, o Trade Winds é uma atividade para equipes de áreas estratégicas. Com temática bastante lúdica, em que os participantes são levados a se sentirem piratas em seus navios em alto mar, o jogo acontece em ritmo acelerado, envolvendo negociação, coleta de informações, construção de redes de relacionamento e de confiança. “Nesse cenário, os participantes têm de gerenciar tempo e informação, além de precisarem colocar em ação uma retórica afiada para maximizar sua mercadoria e conseguir os maiores dividendos. Ou seja, o jogo proporciona uma assimilação de conceitos e práticas de negociação”, explica Alain Segers, gerente de Operações da Conquistar.

Divididos em até 12 equipes de pelo menos dois participantes em cada uma, o Trade Winds começa com a distribuição de mercadorias e algumas informações. A partir daí, as equipes são as protagonistas do jogo e têm de montar suas estratégias para buscar mais dados sobre o cenário. O objetivo é acumular tesouros e, para isso, os grupos precisam construir relacionamentos com os demais navios. Coletar informações é vital para que essas negociações aconteçam. Decidir quais informações serão passadas para os outros times também faz parte do jogo. “As equipes mensuram suas possibilidades e agem de maneira a gerenciar conflitos de interesse, riscos e chances de ganhos”, diz Alain

A ética na negociação também está presente no Trade Winds. “Os participantes podem agir eticamente ou não. Mas o que vemos no jogo é que, quando uma equipe não é ética na primeira rodada, fazendo, por exemplo, uma negociação que não é cumprida depois, nas demais rodadas acaba isolada da atividade”, conta o gerente de Operações da Conquistar.

Ao final do Trade Winds, um grupo sai vencedor, mas é importante observar que, ainda que seja um exercício competitivo, o jogo trabalha a cooperação. “As equipes mais bem-sucedidas são as que focam em seus próprios resultados finais, mas colaboram com as demais para construir resultados em que todos saem ganhando”, garante Alain. Depois de todo o frenesi do jogo, os times passam ainda por um processo de revisão, em que os vencedores podem compartilhar as estratégias adotadas para atingir o resultado. Uma experiência que serve de inspiração para a realidade.

Além do cenário pirata, o jogo está disponível nas versão velho oeste e árabe. Para saber mais sobre o Trade Winds e todos os demais jogos da Conquistar, acesse o site http://www.conquistar.com.br ou entre em contato pelo telefone (11) 3046-7878 e o e-mail [email protected] 

Leia também o artigo do Alain sobre como os jogos vivenciais funcionam como ferramenta para sensibilização de equipes. Clique aqui.

Jogos vivenciais: ferramenta para sensibilização

Ao longo de mais de uma década de experiência com atividades corporativas, presenciei diversas tendências de métodos para motivar profissionais. Já tivemos, por exemplo, a fase em que muitas empresas recorriam, principalmente, a atividades motivacionais outdoor. O Treinamento Experiencial ao Ar Livre (T.E.A.L) tinha como objetivo identificar certos comportamentos nos colaboradores ou simular situações extremas para que eles pudessem superá-las. Além de criar uma atmosfera motivacional, muitas vezes, esses treinamentos serviam de apoio para seleção de pessoal.

Atualmente, os jogos vivenciais vêm ganhando destaque. Eles diferem das dinâmicas que mencionei acima por estarem alicerçados em conceitos andragógicos (orientação de adultos para o aprendizado) com elementos de gamificação. São ainda contextualizados de modo a criar cenários lúdicos e, assim, alcançar o engajamento para a conclusão de uma tarefa.

Como os jogos podem ajudar as empresas hoje?

O mundo corporativo pode se beneficiar bastante dos jogos porque eles são atividades de sensibilização, isto é, são ferramentas que permitem trabalhar situações alinhadas ao objetivo e à demanda da empresa. Sendo assim, podemos afirmar que os jogos vão além de apenas atividades motivacionais. 

Os jogos têm o poder de inserir os colaboradores em situações lúdicas, tirando-os do dia a dia, ou seja, da zona de conforto, e colocando-os em contextos totalmente novos que forçam a utilização de diversas competências. Ao serem desafiados, eles precisam pôr em prática elementos comportamentais como comprometimento, liderança, sinergia, além de capacidades técnicas como comunicação assertiva, gestão de recursos e de risco, tempo, e criatividade para desenvolver processos, definir demanda e papéis após análise situacional, entre tantos outros. 

O resultado da vivência dos jogos surge em um curto espaço de tempo, podendo ser estudado e relacionado com as necessidades alinhadas pela empresa. Os jogos fornecem o ambiente perfeito para autoanálise e discussão dos elementos vivenciados e, por isso, são um material rico para gestores, líderes e setores de desenvolvimento humano. Com os indicadores, as corporações podem elaborar planos e ações para as mudanças propostas.

O poder da customização

Vamos pensar num exemplo. Suponhamos que uma empresa esteja em fase de inserção de um novo processo e que tem ocorrido muito ruído por causa desse cenário.  Os gestores, então, decidem fazer um jogo em que as principais competências abordadas sejam processos e comunicação. A partir da atividade, objetivos e ferramentas são inseridos e uma ambientação é criada para gerar experiências intensas, trazendo consciência aos colaboradores sobre a importância daqueles processos e a necessidade de correção dos ruídos. 

Em um jogo, podemos elaborar situações em que os colaboradores necessitem desenvolver processos para avançar na atividade e aperfeiçoar a comunicação para atingir plenamente os objetivos. Com esse material em mãos e no consciente coletivo, os colaboradores conseguem aprofundar uma discussão que, ao final, servirá para que saiam sensibilizados sobre o tema abordado. 

Elementos da cultura e metas da empresa, ou ainda material didático para capacitação dos colaboradores (como partes de cursos de educação corporativa) podem ser inseridos nos jogos, resultando em cenários customizados que refletem a realidade do negócio, sem perder o elemento lúdico. 

Jogos, em suma, são ferramentas para sensibilização, reflexão, mecanismos para uma compreensão das necessidades e simulações de respostas comportamentais. Eles fornecem informações e possibilidades para as mudanças desejadas.

Alain Segers, gerente de Operações da Conquistar 


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Entenda como a gamificação potencializa os processos de recrutamento

Mais de 1700 pessoas se candidataram a uma vaga de estagiário na área de marketing de patrocínio da Heineken, em Amsterdã, em 2013. Além das tradicionais perguntas — quais seus pontos fortes e fracos, por que você deveria ser contratado — o processo de seleção da multinacional holandesa incluiu alguns eventos inusitados. O mais impressionante acontecia ao final, quando os jovens que sonhavam fazer parte do time da cervejaria eram surpreendidos com o soar de uma sirene e tinham de deixar o prédio às pressas. Do lado de fora, bombeiros fictícios pediam ajuda para segurar uma rede de proteção que serviria para amparar um homem que ameaçava se jogar do telhado.

Todo o processo de recrutamento, que foi gravado, tornou-se um vídeo viral com milhões de visualizações (assista aqui – http://bit.ly/2IO0yr5) e se transformou em um case de utilização da gamificação pelas empresas na seleção de pessoas. “Somente o currículo não é suficiente para apontar qual o candidato mais adequado para uma vaga. Primeiro porque o profissional pode nem mesmo saber descrever bem a real dimensão de suas competências e experiências. Segundo porque, atualmente, os programas curriculares das faculdades estão muito similares”, explica Luis Zanin, head da Conquistar, desenvolvedora de jogos vivenciais e representante exclusiva no Brasil da Catalyst Teambuilding, maior rede de jogos corporativos do mundo. “A gamificação no recrutamento pode ser muito útil porque ela permite balancear a expectativa que se tem com uma contratação, diminuindo os riscos da escolha. Isso ocorre porque um jogo permite visualizar o que distingue melhor um candidato do outro, que é o comportamento. Um ponto interessante é que podemos antecipar algumas tomadas de decisão antes mesmo do ‘jogo’ começar”, complementa.

Dinâmica x Gamificação nos recrutamentos

A introdução de jogos na seleção de pessoas e nos treinamentos de profissionais vem conquistando força desde a década passada. Pode-se afirmar que a gamificação é uma evolução das dinâmicas que os recursos humanos empregavam. “Essas dinâmicas, muitas vezes realizadas ao ar livre, compreendiam ações como andar vendado, superar obstáculos ou construir um barco com pneus e bambus e colocá-lo para flutuar. O que faltava era uma conexão entre cada atividade pela qual o candidato tinha de passar”, diz Zanin. “Colocar os candidatos para fazer esse tipo de tarefa ainda tem espaço e é aí que entra a gamificação, cuja proposta parte da contextualização de todo o processo de recrutamento e da coesão entre as atividades às quais os profissionais serão submetidos”, detalha.

O head da Conquistar conta ainda que, ao contrário das dinâmicas, a gamificação vai além porque sai da simples aplicação de determinada atividade para incorporar  experiências reais e situações do dia a dia das empresas. “Os jogos permitem a customização. Isso é benéfico por alguns motivos: primeiro, evita que os candidatos já saibam que tipo de atividades os esperam na hora da seleção, como acontecia no passado, e dá a possibilidade de a empresa desenvolver um jogo específico para sua estratégia ou identidade, com foco em algo que seus recrutadores realmente desejam observar. Por exemplo, dá para customizar um jogo que ajude o recrutador a escolher a pessoa mais proativa, a mais resiliente ou a que tenha mais valores compartilhados pela organização. Isso vai muito além da utilização de uma ferramenta genérica”, diz.

É aí, segundo Zanin, que a empresa consegue diminuir riscos na contratação. Diz ele: “Se o profissional tem uma carência no currículo, a empresa pode oferecer a ele um curso de pós-graduação ou uma vaga na sua universidade corporativa. Mas se ele não se comporta da maneira esperada pela organização em determinadas situações, isso dificilmente vai mudar. É preciso que essas questões estejam claras na hora da escolha do candidato e os jogos, sem dúvida, auxiliam nesse aspecto”, diz.

Uma boa história

As técnicas de como contar uma história relevante são peças-chave na gamificação. Além de ser o caminho para a construção de uma narrativa que dê sentido às atividades propostas em um processo seletivo, o storytelling permite a customização de forma a ser possível evidenciar o comportamento que se deseja. “No caso do processo seletivo da Heineken, os candidatos não sabiam que estavam sendo filmados, nem desconfiavam que muito do que estava acontecendo ali era uma encenação. Os recrutadores conseguiram ver como cada um reagiu diante daquelas situações inesperadas e puderam fazer a escolha com base nos comportamentos que melhor se conectavam com os valores da organização”, explica Zanin.

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