Curso de Coaching da Integração: o único do país com 70 horas e certificado pela ICF

Já conhece o Curso de Formação Sustainable Coaching da Integração? Ministrado por Rodrigo Aranha e João Luiz Pasqual, dois dos mais renomados coaches brasileiros, o curso é o único no formato com 70 horas que possui a certificação Accredited Coaching Specific Training Hours (ACSTH) da International Coach Federation (ICF).

Fundada há mais de duas décadas, a ICF é uma instituição respeitada no mundo todo. Ela tem como base um código de ética robusto e uma definição clara sobre a prática do coaching. Por isso a importância do curso ao ser certificado pela entidade. “Ter esse certificado põe a Formação Sustainable Coaching, que ministramos aqui na Integração, numa lista seleta de programas de formação específica em coaching reconhecidos pela ICF”, explica Rodrigo. O mercado brasileiro de coaching ainda está em fase de amadurecimento. Fazer uma formação com certificações de uma instituição reguladora de peso, como a ICF, é importante para fortalecer o trabalho do profissional de coaching no país”, afirma João Luiz.

Conteúdo denso em 70 horas

Durante uma semana, os alunos passam por um período intenso de aprendizado. O curso é dividido em 40 horas de aula presencial, com material teórico e atividades práticas, seguidas de mais 30 horas à distância. “O curso põe os alunos em contato com a prática de coaching desde o primeiro dia. Há uma dinâmica em que eles assumem diferentes papéis a cada rodada: um deles toma o lugar do coach, o outro, de coachee, enquanto o terceiro observa. Nós, facilitadores, acompanhamos cada grupo durante os cinco dias da fase presencial”, explica João Luiz. 

Período à distância com bastante prática    

Na etapa à distância, os alunos também recebem atividades para realizar. Numa delas, para a conclusão do programa, eles precisam apresentar três gravações de sessões de coaching realizadas por eles. Os facilitadores oferecem apoio e orientação para que possam cumprir a tarefa. “Nós ouvimos todas as sessões realizadas e damos um feedback individual, por escrito. Mostramos a eles as competências que conseguiram desempenhar e destacamos pontos de atenção para que continuem o desenvolvimento como coaches. Eles ainda precisam produzir um relatório de no mínimo 2.000 palavras”, diz Rodrigo. 

Turma com poucos alunos 

O Curso de Formação Sustainable Coaching da Integração recebe no máximo 25 alunos. Com um número reduzido de alunos a interação com os facilitadores está garantida. “Na Integração, chamamos todos pelo primeiro nome. Como facilitadores, isso significa que há proximidade entre nós, e conseguimos dedicar o tempo necessário para cada um deles”, afirma João Luiz. 

Espaço no mercado para quem está bem preparado 

Os facilitadores do Curso de Formação Sustainable Coaching da Integração afirmam que as mudanças no mercado de trabalho brasileiro trouxeram mais espaço para a atuação de coaches bem preparados. “Ainda são as empresas que mais procuram processos de coaching a seus profissionais, mas também há outras demandas”, diz João Luiz. “Um exemplo é o crescente número de startups criadas por jovens talentos que buscam o coaching, porque eles precisam se desenvolver para tocar seus negócios. Há ainda muita gente em busca de recolocação profissional ou em transição de carreira que precisa de ajuda”, conta.

Visite o hotsite do Curso de Formação Sustainable Coaching e fale com nossa Equipe de Relacionamento para fazer sua inscrição: (11) 3046-7878 ou [email protected] 

Curso de Coaching da Integração recebe mais uma importante certificação da ICF

O Curso de Formação Sustainable Coaching, que promove sua quinta turma na Integração em setembro, conquistou uma importante certificação: Accredited Coaching Specific Training Hours (ACSTH) da Internacional Coach Federation (ICF). Fundada há mais de duas décadas, a ICF é uma instituição respeitada internacionalmente e que se baseia em um código de ética robusto e em uma definição clara sobre a prática do coaching. Por isso, a importância de o Curso de Formação Sustainable Coaching ser certificado com o ACSTH. 

“Ter esse certificado coloca a Formação Sustainable Coaching, que ministramos aqui na Integração, numa lista seleta de programas de formação específica em coaching reconhecidos pela ICF. Além disso, o certificado reconfirma a aderência do curso às diretrizes e definições de coaching da ICF, bem como o foco no ensino das competências para a prática também estabelecidas pela ICF”, explica Rodrigo Aranha, facilitador do curso ao lado de João Luiz Pasqual. “O mercado brasileiro de coaching ainda está em fase de amadurecimento. Fazer uma formação que conta com certificações de uma instituição reguladora com o peso da ICF é importante para fortalecer o trabalho do profissional de coaching no país”, afirma João Luiz. 

Curso chega à quinta edição

Em setembro, acontece a quinta edição do Curso de Formação Sustainable Coaching na Integração. O programa do curso tem por finalidade a construção de um modo de “ser coach”, daí a denominação “sustentável”. Para ser efetivo, um processo de coaching precisa gerar mudanças em comportamentos, com foco na direção desejada e correta, e que sejam sustentáveis, o que só ocorre quando há transformações na maneira de pensar, sentir, agir e se relacionar.

O curso ministrado pela Integração é consistente com as definições e padrões de coaching estabelecidos pela ICF, com foco específico nas 11 competências principais em coaching orientadas pela instituição como referência fundamental para a prática profissional da atividade.

Conhecimento e vivência

O programa do curso é organizado com o propósito de gerar conhecimento e vivência do participante no tema. É essencialmente baseado na construção de conhecimento com base em vivência e participação, complementado com aulas expositivas, leitura e discussão de artigos e estudos de caso. Contempla dois módulos, sendo um presencial, com 40 horas e outro virtual, com 30 horas, totalizando 70 horas.

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Por que escolher o Curso de Coaching da Integração

Em setembro, a Integração promove a quinta edição do Curso de Formação Sustainable Coaching. Com 70 horas, é o único no país com essa carga horária certificado pela Internacional Coach Federation (ICF). Para saber os detalhes sobre essa formação, conversamos com os facilitadores do curso Rodrigo Aranha e João Luiz Pasqual

Qual a importância da certificação pela ICF?

Rodrigo Aranha: A ICF é uma organização instituída há mais de 20 anos, respeitada internacionalmente. Ela se baseia em um código de ética bastante robusto e tem uma definição clara sobre a prática de coaching. O curso que ministramos na Integração tem como referência o que a ICF define como coaching e o que ela entende que é necessário para a boa prática profissional nessa área. 

João Luiz Pasqual: O mercado brasileiro de coaching ainda está em fase de amadurecimento. Fazer uma formação que conta com certificação de uma instituição reguladora com o peso da ICF, que tem mais de 30 mil membros no mundo, é importante para fortalecer o trabalho do profissional de coaching no país. 

Como é o formato do curso?

Rodrigo: O curso é relativamente curto do ponto de vista temporal, mas é muito denso quanto ao conteúdo. Os alunos têm uma semana intensiva de aprendizado. São 40 horas de aula presencial, com material teórico e atividades práticas, seguidas de mais 30 horas à distância. Em setembro, teremos a quinta turma, o que significa que é um curso que tem um conteúdo testado e aprovado, de acordo com o feedback que recebemos de quem já passou por aqui. 

João Luiz: O curso coloca os alunos em contato com a prática de coaching desde o primeiro dia. Há uma dinâmica em que eles assumem diferentes papéis a cada rodada: um deles assume o lugar do coach, o outro, de coachee, enquanto o terceiro observa. Nós, facilitadores, acompanhamos cada grupo durante os cinco dias da fase presencial. 

Além dessa dinâmica, os alunos têm a oportunidade de ver vocês atuando. 

Rodrigo: Sim, realizamos uma sessão de coaching com um dos alunos para que todos os participantes possam acompanhar. Nesse momento, eles têm a chance de observar como cada uma das competências, de acordo com a definição da ICF, são aplicadas. Essa é uma característica importante desse curso. Os alunos têm contato com a prática, sempre com nosso apoio e supervisão, na atividade em grupo, assistindo à sessão realizada por nós e, depois, na fase à distância. Isso faz uma enorme diferença. 

Quais os benefícios de se ter uma turma pequena, com no máximo 25 alunos?

João Luiz: Desde a concepção desse programa, pensamos em um número reduzido de alunos. Na Integração, chamamos todos pelo primeiro nome. Como facilitadores, isso significa que há proximidade entre nós e que conseguimos dedicar o tempo necessário para cada um deles. Cria-se uma troca também entre eles. 

Contem um pouco sobre a fase à distância.

Rodrigo: Na etapa à distância também há atividades. Numa delas, para a conclusão do programa, os alunos precisam apresentar três gravações de sessões de coaching realizadas por eles. Há apoio e orientação para que possam cumprir a tarefa. Nós ouvimos todas as sessões realizadas e damos um feedback individual, por escrito. Mostramos a eles quais as competências conseguiram desempenhar e destacamos pontos de atenção para que continuem o desenvolvimento como coaches. Eles também precisam produzir um relatório de no mínimo 2000 palavras. 

O que diz quem passou pelo Curso de Formação Sustainable Coaching

“A Integração, como sempre, está atrelada a consultores muito bem gabaritados. Percebi isso já ao pesquisar o currículo do Aranha e do Pasqual”. 

Edson Oliveira, ex-diretor de RH no Brasil e nos Estados Unidos, palestrante e aluno Sustainable Coaching. 

 

“Conhecendo a instituição e os gestoes, eu sabia que o curso seria de alta qualidade. Mesmo assim, minha expectativa foi extremamente superada. 

Sílvia Cunha, ex-executiva em grandes empresas, coach e aluna Sustainable Coaching. 

 

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Edson Oliveira: palestrante conta como a Integração faz parte da sua história

O palestrante Edson Oliveira tem uma longa história com a Integração. No início dos anos 2000, quando foi designado para um posto de liderança de recursos humanos (RH) na empresa em que trabalhava, ele buscou a Integração para se preparar para o desafio. Foram 40 cursos em cerca de três anos. Uma década e meia depois, Edson voltou à Integração, em setembro, para fazer a Formação em Coaching. Neste depoimento ao Na Íntegra, o blog da Integração, ele conta que se emocionou ao estar novamente na instituição que considera importante para sua formação. 

“Em 1998, a empresa na qual eu trabalhava, em Rio Claro, no interior de São Paulo, fez um processo de análise de perfil dos profissionais. Eu era coordenador de produção de turno da noite. Nessa avaliação, viram em mim alguém com potencial para assumir uma posição na área de RH. Era um momento em que a empresa se preparava para figurar entre as melhores para se trabalhar no Brasil e precisava de alguém para cuidar das lideranças. Como um profissional com trajetória na produção, minha primeira reação foi dizer não. Mas, depois de pensar bastante sobre a proposta e entender o que ela significava, aceitei. 

Comecei, então, a procurar alguém para me ajudar a me tornar um líder para essas lideranças. Assumi cargos de liderança desde muito cedo.  Aos 21 anos, já comandava equipes no Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia. Mas a minha cabeça era de alguém da produção, onde fui criado. Nesse momento de transição, uma amiga me falou sobre a Integração. Ela me disse que era uma escola de negócios que poderia auxiliar no meu desenvolvimento. Eu vim a partir dessa indicação e comecei a fazer um curso atrás do outro. Entre 2000 e 2003, foram cerca de 40 cursos. Participei também de palestras, de atividades, de tudo que a Integração oferecia. Além disso, encontrei aqui um local muito interessante para fazer networking. 

A formação que tive na Integração trouxe a visão que eu precisava para me situar no novo contexto em que estava inserido. Meu mindset mudou, expandiu-se. E levei isso para dentro da empresa. Lembro-me, por exemplo, de convidar o Fernando Cardoso (sócio-diretor da Integração) para ir até lá falar sobre e-learning, numa época em que isso ainda era uma tendência. A Integração me ajudou a construir uma base sobre gestão de pessoas dentro da empresa. Isso era algo fundamental, já que a corporação planejava dar um salto naquela virada de século. E ela conseguiu. Posso afirmar que muitos dos líderes que estão lá hoje foram preparados pela Integração. 

Dessa empresa, me transferi para uma organização na Califórnia, onde fiquei por quase dois anos como diretor de RH. Saí de uma posição de líder de turno para uma carreira internacional. A Integração fez parte desse meu desenvolvimento. Em 2006, com a bagagem que trazia da área de RH, decidi encarar o desafio de me tornar palestrante. Muito do que assimilei na Integração, levei para minhas palestras. Já são dez anos construindo uma história, um milhão de pessoas já assistiram às minhas palestras, que são voltadas para equipes de vendas, formação de lideranças e equipes de alta performance. 

Recentemente, me veio o desejo de mudar novamente. Percebi que poderia usar toda a minha experiência para ajudar outros profissionais como coach. Em agosto, enquanto estava no Instagram, vi uma mulher falando sobre um curso de formação em coaching. A fala dela me chamou atenção. E quando vi que era um curso organizado pela Integração, não tive dúvidas e me inscrevi. Aquele anúncio me conectou com todo o processo que vivenciei de transformação, de liderança e de sucesso, que começou com os cursos da Integração. 

Tenho um carinho muito grande por essa escola, tanto que entrei aqui no primeiro dia do curso de Formação em Coaching e me emocionei. Fazia 15 anos que não vinha aqui. A Integração, como sempre, está atrelada a consultores muito bem gabaritados. Percebi isso já ao pesquisar o currículo do Rodrigo Aranha e do João Luiz Pasqual, os professores do curso. Sei que sairei desse processo de Formação em Coaching bem preparado para atuar. É bacana perceber que a Integração está presente novamente na minha vida, quando mais uma vez busco uma virada profissional. Faz parte da minha história! Muito Obrigado!”

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As possibilidades para a carreira de coach

João Luiz Pasqual construiu sua carreira no mercado financeiro. Foi diretor executivo de grandes bancos durante quase duas décadas e chegou a ter experiência no exterior. Em determinado momento, percebeu que era hora de pensar numa transição de carreira. “Busquei um processo de coaching para vislumbrar melhor o que eu poderia e gostaria de fazer e acabei descobrindo que me tornar um coach era uma possibilidade interessante”, diz ele, que é Professional Certified Coach pela International Coach Federation (ICF), com mais de 2000 horas de prática.

O mercado de coaching no Brasil tem crescido e se estruturado nos últimos anos. A atividade pode ser uma alternativa de carreira para muitos profissionais. “Quem quer trabalhar como coach precisa encontrar seu diferencial para se destacar frente aos demais. Além disso, precisa ter em mente que ser coach não significa apenas colocar esse título na frente do nome. É necessário procurar uma boa formação e entender que a profissão exige atualização frequente”, explica Pasqual. 

Há cursos de diferentes formatos, de longa ou média duração. Na Integração, por exemplo, o Curso de Coaching tem 70 horas. Ele contempla dois módulos, sendo um presencial, com 40 horas distribuídas em uma semana, e outro virtual, com 30 horas, além de mentoria em grupo, práticas de coaching com colegas de turma e atendimentos pro bonos com clientes. Como requisito de conclusão, o participante deve entregar três sessões de atendimento gravadas e um relatório final em que demostre seus aprendizados. 

No Curso de Coaching da Integração, o participante conhece as principais bases de conhecimento que amparam a prática do coaching profissional e fica sabendo como desenvolver hábitos de reflexão, autoconhecimento e autodesenvolvimento, que irão sustentar o aprendizado contínuo. Daí o nome do curso ser Sustainable Coaching. O curso da Integração é certificado pela ICF como CCE-Continuing Coach Education.

Pasqual acredita que há espaço para os coaches bem preparados devido às mudanças no mercado de trabalho. “Ainda são as empresas que mais procuram processos de coaching para seus profissionais, mas também há outras demandas”, diz. “Um exemplo é o crescente número de startups criadas por jovens talentos que buscam o coaching porque precisam se desenvolver para tocar seus negócios. Há também muita gente em busca de recolocação profissional ou em transição de carreira que precisa de ajuda”, conta Pasqual. 

Quer saber mais sobre o Curso de Coaching da Integração? Acesse o hotsite cursoe fale com nossa Equipe de Relacionamento pelo telefone (11) 3046-7878 ou [email protected].

Uma questão de ética

O professor Edson Herrero fala sobre herança, comportamento e valores nas empresas. Boas práticas garantem uma visão positiva na carreira e nas organizações.

Diante de um cenário com tantas habilidades e competências que o profissional de hoje precisa SER e TER, ser ético nas relações humanas passou a ter um peso determinante em tudo o que realizamos dentro ou fora das organizações.

Lacuna histórica

Em um país marcado por uma herança nada ética desde o descobrimento, passando pelo processo de colonização, catequização e, na história recente, os quase trinta anos de ditadura militar, era de se esperar que nossa performance nesse quesito apresentasse problemas. Pesa também o fato de que, aqueles que deveriam dar os melhores exemplos de conduta, postura e ética, não o fazem: a alta gestão do País. Governo após governo, nesta ou naquela instância, neste ou naquele poder (Executivo, Judiciário e Legislativo), somos espectadores de episódios que desapontam e transmitem valores extremamente equivocados, do ponto de vista ético (corrupção generalizada, interesses individuais privilegiados em detrimento do coletivo etc.). Portanto, somos órfãos desse importante atributo.

Ora, se a sociedade brasileira tem um comportamento distanciado da causa ética, não seria diferente nas organizações, pois a falta de ética nos atinge dentro e fora das empresas. Mesmo porque somos as mesmas pessoas dentro ou fora delas.

A gestão de pessoas

As organizações, preocupadas com esse legado “defeituoso”, assumiram o papel de formar e transmitir a causa ética a seus colaboradores, uma vez que elas precisam, cada vez mais, sobreviver num cenário de credibilidade e confiança, tanto jurídica e, principalmente, comercial, em um universo de competição perene e acirrada. Essa necessidade de conduta ilibada está na direção das certificações internacionais, do cumprimento de prazos de entrega e das normas de qualidade a que produtos e serviços estão atrelados.

Em outras palavras, quem não tem essas práticas perde mercado e, para se atingir essa excelência, as organizações necessitam de pessoas engajadas, comprometidas, continentes e prontas, não apenas nas competências administrativas e técnicas, mas também na postura profissional, na honestidade, na transparência. Afinal, são as pessoas que personificam a seriedade e a retidão de uma organização, e não o código ou manual de conduta ética que está escrito em algum lugar.

Mas afinal, o que ética?

  1. Parte da filosofia que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana.
  2. Conjunto de princípios morais que se deve observar no exercício de uma profissão.  

Para Mário Sérgio Cortella, filósofo, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP, AÉTICO é aquele que não tem ética alguma (crianças e pessoas com algum tipo de demência). Já ANTIÉTICO é quem se coloca contrariamente a uma ética.

Cortella considera ainda que a ética seja um conceito universal. Por exemplo: sei que não devo pegar algo que não me pertence, no entanto, se o faço, incorri numa falha de conduta moral, o que se traduz numa imoralidade.

Ética e moral

Falando em moral, cada indivíduo tem a sua, pois ela é formada, delineada e construída a partir do sistema de crenças e valores a que se pertence ou pertenceu. O legado moral ou imoral é construído a partir dos modelos introjetados por figuras de impacto em nossa existência psíquica e, em geral, de acordo com a psicanálise, isso ocorre na primeira infância (entre zero e seis anos de idade).  

Para sermos éticos e morais, portanto, temos de ter algumas virtudes humanas. A ética não existe sem uma base concreta e sedimentada de pelo menos algumas delas. Sem virtudes não há o que sustente um comportamento ético, dentro ou fora das empresas.

Quais são? Polidez, fidelidade, prudência, coragem, justiça, generosidade, compaixão, gratidão, humildade, simplicidade, tolerância, boa-fé.

Somos todos reponsáveis

Mas afinal, de onde essas virtudes vêm? Do nosso sistema de crenças e valores, transmitidos pelos nossos modelos de identificação. No cotidiano da vida, esse legado é passado pelos nossos pais, ou quem ocupa seus lugares. Já na vida adulta, vemos isso traduzido no que as empresas adotaram como Missão, Visão e Valores. Nas organizações, todos são responsáveis pela conduta e postura ética: acionistas, investidores, gestores, equipes e até terceiros.  

Para finalizar, o cuidado com a sua conduta, postura e ética, além da observação das normas e procedimentos no ambiente de trabalho, é a garantia de uma imagem de confiança, credibilidade e visibilidade comerciais (com clientes, fornecedores e parceiros), necessária para a sua sobrevivência e perpetuação em um mercado cada vez mais competitivo, garantindo também uma imagem positiva para a sua carreira.”

Edson Herrero é professor da Integração Escola Negócios, onde ministra o curso Desenvolvimento de Coordenadores e SupervisoresClique aqui e conheça o programa do curso.