Márcia Rizzi lança livro com casos de sucesso da prática de coaching

Márcia Rizzi, coach, palestrante e consultora da Integração, lança nesta quinta-feira (26 de setembro), às 19 horas, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, livro que reúne cases com resultados positivos da prática de coaching. Com o título Coaching no DNA (editora Literare Books, 272 páginas), a obra foi escrita por vários coaches, sob a coordenação editorial de Márcia e Clarice Santana.

A ideia do livro surgiu da troca de mensagens entre coaches num grupo no WhatsApp. O grupo foi formado por Clarice, que é coach executiva especializada em desenvolvimento e transição de carreira, além de mentora de coaches iniciantes. No grupo, 230 coaches de todo o país trocam experiências e conhecimento há cerca de três anos. O alto nível das discussões resultou no livro, em que os especialistas compartilham abordagens, estratégias e ferramentas utilizadas nos processos de coaching. A publicação apresenta também bases teóricas e melhores práticas do coaching, úteis para quem busca se aprimorar na carreira. Com a leitura, é possível entender como aplicar a psicologia positiva, programação neurolinguística, administração e neurociência no processo de coaching. 

Longa parceria

Márcia Rizzi é consultora da Integração desde 2003. Aqui já ministrou treinamentos em diversos temas, como administração do tempo, excelência no atendimento ao cliente, técnicas para falar em público, feedback, formação de multiplicadores, liderança, relacionamento interpessoal e trabalho em equipe. Executiva de uma grande empresa por mais de duas décadas, Márcia atua como coach há 15 anos e já conta com mais de 5 mil horas de atendimento.

Agenda: Lançamento do livro Coaching no DNA 
Dia 26 de setembro, às 19 horas
Livraria Cultura do Shopping Iguatemi 
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Europa, São Paulo. 

Curso de Coaching da Integração: o único do país com 70 horas e certificado pela ICF

Já conhece o Curso de Formação Sustainable Coaching da Integração? Ministrado por Rodrigo Aranha e João Luiz Pasqual, dois dos mais renomados coaches brasileiros, o curso é o único no formato com 70 horas que possui a certificação Accredited Coaching Specific Training Hours (ACSTH) da International Coach Federation (ICF).

Fundada há mais de duas décadas, a ICF é uma instituição respeitada no mundo todo. Ela tem como base um código de ética robusto e uma definição clara sobre a prática do coaching. Por isso a importância do curso ao ser certificado pela entidade. “Ter esse certificado põe a Formação Sustainable Coaching, que ministramos aqui na Integração, numa lista seleta de programas de formação específica em coaching reconhecidos pela ICF”, explica Rodrigo. O mercado brasileiro de coaching ainda está em fase de amadurecimento. Fazer uma formação com certificações de uma instituição reguladora de peso, como a ICF, é importante para fortalecer o trabalho do profissional de coaching no país”, afirma João Luiz.

Conteúdo denso em 70 horas

Durante uma semana, os alunos passam por um período intenso de aprendizado. O curso é dividido em 40 horas de aula presencial, com material teórico e atividades práticas, seguidas de mais 30 horas à distância. “O curso põe os alunos em contato com a prática de coaching desde o primeiro dia. Há uma dinâmica em que eles assumem diferentes papéis a cada rodada: um deles toma o lugar do coach, o outro, de coachee, enquanto o terceiro observa. Nós, facilitadores, acompanhamos cada grupo durante os cinco dias da fase presencial”, explica João Luiz. 

Período à distância com bastante prática    

Na etapa à distância, os alunos também recebem atividades para realizar. Numa delas, para a conclusão do programa, eles precisam apresentar três gravações de sessões de coaching realizadas por eles. Os facilitadores oferecem apoio e orientação para que possam cumprir a tarefa. “Nós ouvimos todas as sessões realizadas e damos um feedback individual, por escrito. Mostramos a eles as competências que conseguiram desempenhar e destacamos pontos de atenção para que continuem o desenvolvimento como coaches. Eles ainda precisam produzir um relatório de no mínimo 2.000 palavras”, diz Rodrigo. 

Turma com poucos alunos 

O Curso de Formação Sustainable Coaching da Integração recebe no máximo 25 alunos. Com um número reduzido de alunos a interação com os facilitadores está garantida. “Na Integração, chamamos todos pelo primeiro nome. Como facilitadores, isso significa que há proximidade entre nós, e conseguimos dedicar o tempo necessário para cada um deles”, afirma João Luiz. 

Espaço no mercado para quem está bem preparado 

Os facilitadores do Curso de Formação Sustainable Coaching da Integração afirmam que as mudanças no mercado de trabalho brasileiro trouxeram mais espaço para a atuação de coaches bem preparados. “Ainda são as empresas que mais procuram processos de coaching a seus profissionais, mas também há outras demandas”, diz João Luiz. “Um exemplo é o crescente número de startups criadas por jovens talentos que buscam o coaching, porque eles precisam se desenvolver para tocar seus negócios. Há ainda muita gente em busca de recolocação profissional ou em transição de carreira que precisa de ajuda”, conta.

Visite o hotsite do Curso de Formação Sustainable Coaching e fale com nossa Equipe de Relacionamento para fazer sua inscrição: (11) 3046-7878 ou [email protected] 

Curso de Coaching da Integração recebe mais uma importante certificação da ICF

O Curso de Formação Sustainable Coaching, que promove sua quinta turma na Integração em setembro, conquistou uma importante certificação: Accredited Coaching Specific Training Hours (ACSTH) da Internacional Coach Federation (ICF). Fundada há mais de duas décadas, a ICF é uma instituição respeitada internacionalmente e que se baseia em um código de ética robusto e em uma definição clara sobre a prática do coaching. Por isso, a importância de o Curso de Formação Sustainable Coaching ser certificado com o ACSTH. 

“Ter esse certificado coloca a Formação Sustainable Coaching, que ministramos aqui na Integração, numa lista seleta de programas de formação específica em coaching reconhecidos pela ICF. Além disso, o certificado reconfirma a aderência do curso às diretrizes e definições de coaching da ICF, bem como o foco no ensino das competências para a prática também estabelecidas pela ICF”, explica Rodrigo Aranha, facilitador do curso ao lado de João Luiz Pasqual. “O mercado brasileiro de coaching ainda está em fase de amadurecimento. Fazer uma formação que conta com certificações de uma instituição reguladora com o peso da ICF é importante para fortalecer o trabalho do profissional de coaching no país”, afirma João Luiz. 

Curso chega à quinta edição

Em setembro, acontece a quinta edição do Curso de Formação Sustainable Coaching na Integração. O programa do curso tem por finalidade a construção de um modo de “ser coach”, daí a denominação “sustentável”. Para ser efetivo, um processo de coaching precisa gerar mudanças em comportamentos, com foco na direção desejada e correta, e que sejam sustentáveis, o que só ocorre quando há transformações na maneira de pensar, sentir, agir e se relacionar.

O curso ministrado pela Integração é consistente com as definições e padrões de coaching estabelecidos pela ICF, com foco específico nas 11 competências principais em coaching orientadas pela instituição como referência fundamental para a prática profissional da atividade.

Conhecimento e vivência

O programa do curso é organizado com o propósito de gerar conhecimento e vivência do participante no tema. É essencialmente baseado na construção de conhecimento com base em vivência e participação, complementado com aulas expositivas, leitura e discussão de artigos e estudos de caso. Contempla dois módulos, sendo um presencial, com 40 horas e outro virtual, com 30 horas, totalizando 70 horas.

Para se inscrever, entre em contato conosco pelo (11) 3046-7878 ou [email protected]

WorkPlace Big Five: a ferramenta de assessment que suporta várias ações em recursos humanos

Escolher os profissionais de acordo com as posições em que cada um mais pode contribuir com as organizações é sempre um desafio. As áreas de recursos humanos (RH) das empresas podem tornar essa tarefa mais fácil com o WorkPlace Big Five™. Aplicada pela equipe do Assessment Center da Integração, a ferramenta utiliza inventários de perfil de personalidade, avaliações 180 ou 360 graus, entrevistas, dinâmicas, validações e devolutivas. 

Criado pelos americanos Pierce e Jane Howard, o WorkPlace Big Five™ é baseado na teoria dos cinco fatores de personalidade:

  • Necessidade de estabilidade: indica como alguém reage ao estresse.
  • Extroversão: aponta o quanto se é tolerante ao estímulo dos sentidos pelo ambiente ao redor.
  • Originalidade: mostra o grau de abertura para novas experiências ou mudanças.
  • Acomodação: apresenta o quanto a pessoa cede à vontade dos outros.
  • Consolidação: revela o grau de concentração na realização de metas.

A partir de questões que destacam esses cinco fatores, o WorkPlace Big Five™ também lança luz sobre outros 28 traços de personalidade. E o principal: a ferramenta aponta em quais competências o profissional se destaca e indica, de maneira assertiva, aquelas nas quais ele precisa se desenvolver. “Existem muitas ferramentas que detalham os traços de personalidade. O WorkPlace Big Five™ vai além disso. Ele é o único no mercado que permite mapear até 54 competências, tais como: liderança, autoconhecimento, competitividade, tomada de decisão, empreendedorismo, trabalho em equipe, criatividade e etc.”, explica Edson Herrero, head do Assessment Center da Integração.

As finalidades do WorkPlace Big Five™ 

As áreas de RH das empresas podem utilizar o WorkPlace Big Five™ em várias situações, como seleção de candidatos, movimentações verticais e horizontais, desenvolvimento, análise de potencial, processos de coaching e mentoria, avaliação de desempenho, entre outras ações. “O WorkPlace Big Five™ permite que o RH escolha de forma mais adequada e precisa os profissionais. Permite ainda uma visão imparcial de quem está sendo avaliado, além de contribuir para o autoconhecimento e autodesenvolvimento dos profissionais, despertando ou ampliando neles o interesse pela própria carreira”, afirma Edson. 

Para as empresas que querem contratar a equipe do Assessment Center da Integração, não há limite de profissionais a serem avaliados. Recentemente, a equipe fez o mapeamento de 300 colaboradores de uma grande empresa, em São Paulo. “Muitas vezes, as organizações não sabem como estão seus colaboradores. Com o WorkPlace Big Five™, conseguimos fazer esse mapeamento” explica Edson. 

Para esses casos, primeiramente, os consultores da Integração fazem uma entrevista presencial com cada um dos que serão avaliados. Em seguida, eles respondem às questões formuladas pela ferramenta. Os dados são cruzados com as informações das entrevistas para que os consultores possam dar uma devolutiva, também em sessão presencial, a cada profissional. O RH recebe um relatório detalhado de todos que foram avaliados e os gestores, de seus colaboradores diretos. 

“Às vezes, um profissional está desmotivado em sua área, mas desempenharia um papel brilhante em outra área. O WorkPlace Big Five™ pode ser muito útil para o RH conseguir enxergar esses detalhes e colocar o profissional certo no lugar certo”, finaliza Edson. 

Fale com a Integração e veja como podemos ajudar a sua empresa com a aplicação do WorkPlace Big Five™. Entre em contato pelo telefone 11 3046 7878 ou pelo e-mail


Para quem deseja se aprofundar nos cinco fatores de personalidade, entender como interpretá-los e como dar devolutiva sobre eles, inscreva-se no curso Análise Comportamental e de Personalidade para Seleção, Desempenho e Desenvolvimento, falando com nossa Equipe de Relacionamento para fazer sua inscrição: (11) 3046-7878 ou [email protected] 

Por que escolher o Curso de Coaching da Integração

Em setembro, a Integração promove a quinta edição do Curso de Formação Sustainable Coaching. Com 70 horas, é o único no país com essa carga horária certificado pela Internacional Coach Federation (ICF). Para saber os detalhes sobre essa formação, conversamos com os facilitadores do curso Rodrigo Aranha e João Luiz Pasqual

Qual a importância da certificação pela ICF?

Rodrigo Aranha: A ICF é uma organização instituída há mais de 20 anos, respeitada internacionalmente. Ela se baseia em um código de ética bastante robusto e tem uma definição clara sobre a prática de coaching. O curso que ministramos na Integração tem como referência o que a ICF define como coaching e o que ela entende que é necessário para a boa prática profissional nessa área. 

João Luiz Pasqual: O mercado brasileiro de coaching ainda está em fase de amadurecimento. Fazer uma formação que conta com certificação de uma instituição reguladora com o peso da ICF, que tem mais de 30 mil membros no mundo, é importante para fortalecer o trabalho do profissional de coaching no país. 

Como é o formato do curso?

Rodrigo: O curso é relativamente curto do ponto de vista temporal, mas é muito denso quanto ao conteúdo. Os alunos têm uma semana intensiva de aprendizado. São 40 horas de aula presencial, com material teórico e atividades práticas, seguidas de mais 30 horas à distância. Em setembro, teremos a quinta turma, o que significa que é um curso que tem um conteúdo testado e aprovado, de acordo com o feedback que recebemos de quem já passou por aqui. 

João Luiz: O curso coloca os alunos em contato com a prática de coaching desde o primeiro dia. Há uma dinâmica em que eles assumem diferentes papéis a cada rodada: um deles assume o lugar do coach, o outro, de coachee, enquanto o terceiro observa. Nós, facilitadores, acompanhamos cada grupo durante os cinco dias da fase presencial. 

Além dessa dinâmica, os alunos têm a oportunidade de ver vocês atuando. 

Rodrigo: Sim, realizamos uma sessão de coaching com um dos alunos para que todos os participantes possam acompanhar. Nesse momento, eles têm a chance de observar como cada uma das competências, de acordo com a definição da ICF, são aplicadas. Essa é uma característica importante desse curso. Os alunos têm contato com a prática, sempre com nosso apoio e supervisão, na atividade em grupo, assistindo à sessão realizada por nós e, depois, na fase à distância. Isso faz uma enorme diferença. 

Quais os benefícios de se ter uma turma pequena, com no máximo 25 alunos?

João Luiz: Desde a concepção desse programa, pensamos em um número reduzido de alunos. Na Integração, chamamos todos pelo primeiro nome. Como facilitadores, isso significa que há proximidade entre nós e que conseguimos dedicar o tempo necessário para cada um deles. Cria-se uma troca também entre eles. 

Contem um pouco sobre a fase à distância.

Rodrigo: Na etapa à distância também há atividades. Numa delas, para a conclusão do programa, os alunos precisam apresentar três gravações de sessões de coaching realizadas por eles. Há apoio e orientação para que possam cumprir a tarefa. Nós ouvimos todas as sessões realizadas e damos um feedback individual, por escrito. Mostramos a eles quais as competências conseguiram desempenhar e destacamos pontos de atenção para que continuem o desenvolvimento como coaches. Eles também precisam produzir um relatório de no mínimo 2000 palavras. 

O que diz quem passou pelo Curso de Formação Sustainable Coaching

“A Integração, como sempre, está atrelada a consultores muito bem gabaritados. Percebi isso já ao pesquisar o currículo do Aranha e do Pasqual”. 

Edson Oliveira, ex-diretor de RH no Brasil e nos Estados Unidos, palestrante e aluno Sustainable Coaching. 

 

“Conhecendo a instituição e os gestoes, eu sabia que o curso seria de alta qualidade. Mesmo assim, minha expectativa foi extremamente superada. 

Sílvia Cunha, ex-executiva em grandes empresas, coach e aluna Sustainable Coaching. 

 

Visite o hotsite do Curso Formação Sustainable Coaching e veja todos os detalhes. 

Fale com nossa Equipe de Relacionamento para tirar suas dúvidas e fazer a inscrição: (11) 3046-7878 e [email protected]

Os destaques do blog da Integração em 2018

Ano novo e muitos projetos pela frente. Já estamos com a agenda cheia de cursos, eventos e novidades, mas queremos aproveitar este início de ano para relembrar como 2018 foi bacana na Integração. Aqui, o que registrando aqui no blog Na Íntegra. Bem-vindos à nossa Retrospectiva 2018:

Janeiro 

Logo no início do ano, compartilhamos a pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil 2018. Aquela edição mostrou, por exemplo, que os treinamentos comportamentais haviam crescido cerca de 14%. 

Fevereiro

O head da Escola de Liderança, Fabio Eltz, escreveu sobre a importância de se ter “foco no foco do cliente“. Destacou ele: “Para realmente ser próximo do cliente é preciso obsessão por ele. É preciso conhecê-lo, saber do que ele precisa. Entender seus desejos e se fazer presente em sua vida. 

Como fevereiro foi carnaval, não faltou texto mostrando que a folia e liderança têm tudo a ver. 

Março

Escrever um e-mail pode parecer tarefa fácil, mas algumas dicas podem ajudar. Esse assunto foi abordado aqui

Abril 

Meg Chiaramelli, head das escolas de de RH, Vendas e Marketing e do Núcleo de Coaching da Integração, foi fonte de uma matéria da revista Você S/A sobre contratos intermitentes. 

Maio 

Neste mês, foi a vez de Edson Herrrero, head da escola de Secretariado e Assessment da Integração, conversar com a mesma revista sobre gestão colaborativa e produtividade.

O pessoal da Aurora Alimentos, em Chapecó (SC), destacou na sua rede social a vivência aplicada pela Conquistar para os colaboradores de lá. Já a revista interna da Cesari, grupo de empresas integradas de soluções logísticas, falou sobre a implantação da sua universidade corporativa. Um de seus programas, o de Formação de Liderança Estratégica, foi desenvolvido em parceria com a Integração.  

Também falamos sobre liderança digital e contamos que a Integração chegou entre as empresas finalistas do Prêmio Tof of Mind de RH de 2018

Conversamos ainda com o Luis Zanin, head da Conquistar, empresa membro do Grupo Integração, sobre como a gamificação pode ser útil nos processo de recrutamento

Maio teve ainda texto sobre a relação entre arte e empresas, com participação do Fernando Cardoso, sócio-diretor da Integração, e artigo sobre storytelling, escrito pela nossa consultora Fernanda Dutra.

Junho 

Perdeu o audodiagnóstico de administração do tempo que compartilhamos? Ele ainda está disponível no blog.

Demos uma boa dica de leitura em junho: o livro sobre tendências em gestão de pessoas que traz artigo do head de Aprendizagem Corporativa, Marcelo Fernandes.

Explicamos ainda o que é o Método I+5 da Integração e compartilhamos um artigo de Meg Chiaramelli sobre o benefício de se ter uma universidade corporativa.

Mostramos também como o Workplace Big Five auxilia na gestão de perfil.

Julho

Nesse mês, contamos que Fernando Cardoso esteve nos Estados Unidos para uma atualização no Center for Creative Leadership.

Abordamos como jogos vivenciais são ferramentas para sensibilização de colaboradores.

Também falamos de um curso em formato de um jogo com foco na atenção ao cliente.

Agosto

Começamos agosto com um texto sobre as possibilidades da carreira de coach e também destacamos a diferença entre potencial e desempenho

A missão, a visão e os valores da Integração foram tema de um texto em nosso blog. 

Agosto foi especial porque recebemos Mario Sergio Cortella no Workshop de Notáveis.  

Setembro

Este foi o mês em que aconteceu mais uma edição do Road Show, quando os clientes convidados puderam ouvir renomados especialistas sobre liderança digital.

Também lançamos a nova escola da Integração, Transformação Digital, e celebramos o Dia do Profissional de Secretariado e Assessoria Executiva com artigo da nossa consultora Bete D’Elia que destacou seu papel. 

Outubro 

Tivemos Pedro Mandelli com uma excelente palestra sobre Liderança 360 Graus no Workshop de Notáveis.

Publicamos textos sobre tecnologias exponenciais e sobre o novo perfil do profissional de secretariado.

Edson Oliveira, palestrante que fez o Curso de Formação em Coaching conosco, deu um depoimento sobre sua história com a Integração.

Novembro

Apresentamos o novo jogo do catálogo da Conquistar, o Trade Winds, em novembro. 

O Workshop de Notáveis recebeu Eugenio Mussak e César Souza.

Nossa consultora Fernanda Dutra lançou seu primeiro livro.  

Dezembro

Fechamos o ano com a nova edição do Panorama do Treinamento no Brasil. Baixe seu exemplar

Edson Oliveira: palestrante conta como a Integração faz parte da sua história

O palestrante Edson Oliveira tem uma longa história com a Integração. No início dos anos 2000, quando foi designado para um posto de liderança de recursos humanos (RH) na empresa em que trabalhava, ele buscou a Integração para se preparar para o desafio. Foram 40 cursos em cerca de três anos. Uma década e meia depois, Edson voltou à Integração, em setembro, para fazer a Formação em Coaching. Neste depoimento ao Na Íntegra, o blog da Integração, ele conta que se emocionou ao estar novamente na instituição que considera importante para sua formação. 

“Em 1998, a empresa na qual eu trabalhava, em Rio Claro, no interior de São Paulo, fez um processo de análise de perfil dos profissionais. Eu era coordenador de produção de turno da noite. Nessa avaliação, viram em mim alguém com potencial para assumir uma posição na área de RH. Era um momento em que a empresa se preparava para figurar entre as melhores para se trabalhar no Brasil e precisava de alguém para cuidar das lideranças. Como um profissional com trajetória na produção, minha primeira reação foi dizer não. Mas, depois de pensar bastante sobre a proposta e entender o que ela significava, aceitei. 

Comecei, então, a procurar alguém para me ajudar a me tornar um líder para essas lideranças. Assumi cargos de liderança desde muito cedo.  Aos 21 anos, já comandava equipes no Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia. Mas a minha cabeça era de alguém da produção, onde fui criado. Nesse momento de transição, uma amiga me falou sobre a Integração. Ela me disse que era uma escola de negócios que poderia auxiliar no meu desenvolvimento. Eu vim a partir dessa indicação e comecei a fazer um curso atrás do outro. Entre 2000 e 2003, foram cerca de 40 cursos. Participei também de palestras, de atividades, de tudo que a Integração oferecia. Além disso, encontrei aqui um local muito interessante para fazer networking. 

A formação que tive na Integração trouxe a visão que eu precisava para me situar no novo contexto em que estava inserido. Meu mindset mudou, expandiu-se. E levei isso para dentro da empresa. Lembro-me, por exemplo, de convidar o Fernando Cardoso (sócio-diretor da Integração) para ir até lá falar sobre e-learning, numa época em que isso ainda era uma tendência. A Integração me ajudou a construir uma base sobre gestão de pessoas dentro da empresa. Isso era algo fundamental, já que a corporação planejava dar um salto naquela virada de século. E ela conseguiu. Posso afirmar que muitos dos líderes que estão lá hoje foram preparados pela Integração. 

Dessa empresa, me transferi para uma organização na Califórnia, onde fiquei por quase dois anos como diretor de RH. Saí de uma posição de líder de turno para uma carreira internacional. A Integração fez parte desse meu desenvolvimento. Em 2006, com a bagagem que trazia da área de RH, decidi encarar o desafio de me tornar palestrante. Muito do que assimilei na Integração, levei para minhas palestras. Já são dez anos construindo uma história, um milhão de pessoas já assistiram às minhas palestras, que são voltadas para equipes de vendas, formação de lideranças e equipes de alta performance. 

Recentemente, me veio o desejo de mudar novamente. Percebi que poderia usar toda a minha experiência para ajudar outros profissionais como coach. Em agosto, enquanto estava no Instagram, vi uma mulher falando sobre um curso de formação em coaching. A fala dela me chamou atenção. E quando vi que era um curso organizado pela Integração, não tive dúvidas e me inscrevi. Aquele anúncio me conectou com todo o processo que vivenciei de transformação, de liderança e de sucesso, que começou com os cursos da Integração. 

Tenho um carinho muito grande por essa escola, tanto que entrei aqui no primeiro dia do curso de Formação em Coaching e me emocionei. Fazia 15 anos que não vinha aqui. A Integração, como sempre, está atrelada a consultores muito bem gabaritados. Percebi isso já ao pesquisar o currículo do Rodrigo Aranha e do João Luiz Pasqual, os professores do curso. Sei que sairei desse processo de Formação em Coaching bem preparado para atuar. É bacana perceber que a Integração está presente novamente na minha vida, quando mais uma vez busco uma virada profissional. Faz parte da minha história! Muito Obrigado!”

Para se inscrever, entre em contato conosco pelo (11) 3046-7878 ou [email protected]

As possibilidades para a carreira de coach

João Luiz Pasqual construiu sua carreira no mercado financeiro. Foi diretor executivo de grandes bancos durante quase duas décadas e chegou a ter experiência no exterior. Em determinado momento, percebeu que era hora de pensar numa transição de carreira. “Busquei um processo de coaching para vislumbrar melhor o que eu poderia e gostaria de fazer e acabei descobrindo que me tornar um coach era uma possibilidade interessante”, diz ele, que é Professional Certified Coach pela International Coach Federation (ICF), com mais de 2000 horas de prática.

O mercado de coaching no Brasil tem crescido e se estruturado nos últimos anos. A atividade pode ser uma alternativa de carreira para muitos profissionais. “Quem quer trabalhar como coach precisa encontrar seu diferencial para se destacar frente aos demais. Além disso, precisa ter em mente que ser coach não significa apenas colocar esse título na frente do nome. É necessário procurar uma boa formação e entender que a profissão exige atualização frequente”, explica Pasqual. 

Há cursos de diferentes formatos, de longa ou média duração. Na Integração, por exemplo, o Curso de Coaching tem 70 horas. Ele contempla dois módulos, sendo um presencial, com 40 horas distribuídas em uma semana, e outro virtual, com 30 horas, além de mentoria em grupo, práticas de coaching com colegas de turma e atendimentos pro bonos com clientes. Como requisito de conclusão, o participante deve entregar três sessões de atendimento gravadas e um relatório final em que demostre seus aprendizados. 

No Curso de Coaching da Integração, o participante conhece as principais bases de conhecimento que amparam a prática do coaching profissional e fica sabendo como desenvolver hábitos de reflexão, autoconhecimento e autodesenvolvimento, que irão sustentar o aprendizado contínuo. Daí o nome do curso ser Sustainable Coaching. O curso da Integração é certificado pela ICF como CCE-Continuing Coach Education.

Pasqual acredita que há espaço para os coaches bem preparados devido às mudanças no mercado de trabalho. “Ainda são as empresas que mais procuram processos de coaching para seus profissionais, mas também há outras demandas”, diz. “Um exemplo é o crescente número de startups criadas por jovens talentos que buscam o coaching porque precisam se desenvolver para tocar seus negócios. Há também muita gente em busca de recolocação profissional ou em transição de carreira que precisa de ajuda”, conta Pasqual. 

Quer saber mais sobre o Curso de Coaching da Integração? Acesse o hotsite cursoe fale com nossa Equipe de Relacionamento pelo telefone (11) 3046-7878 ou [email protected].

Já pensou em ter um mentor na vida profissional?

Por Marcia Rizzi, consultora da Integração

No dia a dia das organizações, a cooperação deveria ser a base de tudo, porém a realidade mostra o oposto. A extrema competição interna destrói bons relacionamentos e gera ambientes hostis. Esse tem sido o tom nas últimas décadas. Cada um busca garantir o seu espaço sem favorecer os colegas, construindo barreiras que dificultam o trabalho e ameaçam a saúde dos colaboradores.

Precisamos repensar as empresas

Transformar o ambiente para que as pessoas possam crescer e se desenvolver além das metas e números. Nossa proposta é, então, dar um refresh no cenário corporativo, oferecendo trocas enriquecedoras para os colaboradores e para as organizações.

Como fazer isso? O programa de Mentoring é um dos caminhos. Essa metodologia vem sendo construída sem autores definidos, mas Rosa Bernhoeft é uma excelente referência para nós. Para Rosa, mentor é aquele que conduz, sinaliza, orienta, sem que precise fazer ou decidir pelo outro.

O papel de um mentor tem história: eles eram íntimos dos reis e chegavam mesmo a influenciar suas decisões. Nos tempos atuais, se apresentam de diversas formas: pais, professores, parentes, amigos, companheiros de trabalho. Resumindo: são pessoas que servem de exemplo e inspiração para a nossa conduta na vida.

Podemos definir o mentor como um colaborador que tem ampla experiência em determinada área da empresa. Assim, ele pode assumir o papel voluntário ou oficial de orientador de outro colaborador, que tanto pode ser experiente como estar em início de carreira. O Mentoring depende também de um promotor, o líder principal, que deve comunicar abertamente o seu apoio e confiança no processo.

Mentoring envolve questões de vida e carreira

É um processo de médio e longo prazo que pode utilizar:

  • Coaching – quando o foco é melhorar a performance profissional atual.
  • Avaliação de Desempenho e Avaliação 360º – quando se pretende avaliar o perfil profissional.
  • Orientação para questões pessoais – para ampliar a percepção sobre a sua vida fora do trabalho.  

O passo inicial é o mentorado admitir suas lacunas e aceitar receber orientação. O passo seguinte é escolher uma pessoa que o ajude a pensar se suas escolhas indicam o caminho certo ou se será necessário fazer ajustes. O ponto de partida é a confiança. O objetivo é a troca de experiências e o incentivo ao aprendizado. O mentor representa a organização. Compartilha sua experiência e conhecimento, transmite valores, visão e padrões da empresa, oferece soluções para aspectos técnicos e explica as formas eficazes de chegar aos resultados esperados.

Na prática, toda organização que tem adotado o Mentoring direciona o processo a grupos de profissionais de grande potencial. Aqui fazemos um convite à reflexão: por que o Mentoring não é levado a todos os níveis? São inúmeros os benefícios da sua aplicação, como o auxílio na integração e formação de novos colaboradores, acelerando a adaptação deles à cultura organizacional, aumentando a confiança e o comprometimento com sua nova empresa. Já os obstáculos ao processo podem ser percebidos pela resistência interna e pelo clima de competição, entre outros.

Pare e pense. O que eu posso fazer para me desenvolver mais, e até mesmo mudar a minha rotina profissional? Procure um mentor. Ou incentive processos de Mentoring na sua organização.”   

Está se sentindo pressionado? Impressione

O profissional de hoje é alvo de pressões por todos os lados. Metas, metas e metas. Prazos, prazos e prazos. As empresas têm objetivos cada vez mais desafiadores, e o colaborador que não se adaptar a esses novos tempos vai ficar para trás.

Para falar melhor sobre o assunto, convidamos a professora Márcia Rizzi, da Integração Escola de Negócios.  

1. Pode contar pra gente o que é resiliência? 

O termo veio da Física. Significa a capacidade que alguns materiais têm de absorver impacto e retornar à forma original, como uma mola. Transferido para o contexto das organizações, este conceito é usado para identificar as pessoas que superam dificuldades e desafios. E que se fortalecem a partir de várias adversidades, como a pressão pelo cumprimento de metas. Sabe um ótimo exemplo de resiliência? O bambu. Porque enverga mas não quebra com o vento.

2. Por que é considerada a competência do momento no mundo empresarial?  

Os altos níveis de cobrança por resultados e a competitividade nas organizações justificam a grande procura por pessoas resilientes. No trabalho, convivemos o tempo todo com situações que podem causar frustração: discussões, pressões, fofocas. Ser resiliente é se tornar resistente a tudo isso. Quem desenvolve esta competência tem mais chances de construir uma carreira sólida e duradoura.  

3. As organizações preferem os profissionais resilientes? Quais as características deles?

Sim, o clima organizacional e o relacionamento entre os colaboradores sofrem o impacto da presença ou não dessa capacidade. A principal característica deste tipo de profissional é aceitar positivamente as mudanças e enxergar nelas uma oportunidade de crescimento. Outras características são: autoconfiança, bom humor, empatia, otimismo, sociabilidade, autoconhecimento e valores positivos.

4. Que dica você dá pra alguém que quer se tornar resiliente? 

Você pode aprender esta capacidade em qualquer fase da sua carreira. Resiliência não é uma característica que você tem ou não: há maneiras de identificar como uma pessoa lida com o estresse.

Antes de tudo, busque um sentido para a sua vida estabelecendo um NORTE, uma direção para os seus objetivos e projetos. Tanto no lado pessoal quanto no profissional. Agora, pra desenvolver essa competência é necessário autoconhecimento. Então, coaching e terapia também podem ajudar. Conhecendo-se melhor e captando a percepção de como as pessoas veem você, fica mais fácil traçar metas e reagir com naturalidade às mudanças.

5. Que cursos tratam disso na Integração Escola de Negócios?

Olha, nós temos diversos treinamentos que abordam o assunto, como cursos de liderança, negociação, relacionamento interpessoal e administração do tempo. É só dar uma passadinha na Integração.

* Márcia Rizzi, professora da Integração Escola Negócios, onde ministra o curso de Administração do Tempo. Clique aqui e conheça o programa do curso.